14/01/2017 às 16h43min - Atualizada em 14/01/2017 às 16h43min

Violência marca início de 2017

Presídios lotados, perigo nas ruas, criminosos por todo lado, bairros marginalizados. É visível o medo estampado no rosto do cidadão pessoense. Vidas são ceifadas prematuramente, um pedido de socorro em cada lágrima derramada por viúvos (as), filhos órfãos e pais desesperados.

É a criança que não tem direito de ir à escola pois é assassinada a tesouradas, o morador de rua - que já não tem teto - também não tem mais direito a vida, é a blogueira que só tem direito à liberdade de ”ir e vir” em suas redes sociais, a policial que sai de casa para lutar pela segurança de centenas de cidadãos tem como recepção criminosos a mão armada. De brinde? Um tiro! O motivo?  A vítima teria tentado se defender de um assalto.

Pois é, parece piada, mas, para bandidos, brincar com a vida do próximo virou rotina. É inegável que vivemos dias difíceis. O que fica para quem perde alguém querido é a esperança que alguma coisa possa ser feita pelas autoridades.

“Não adianta” outdoor, campanhas em meios de comunicação ou estampadas nos jornais. Quantos de nós já foi ou vai às ruas protestar? “Gritos” por segurança, por paz, pelo direito de ir e vir sem o medo de ser a próxima vítima… Mas tais atitudes não fazem efeito, pois a justiça só faz o que a lei permite.
Essa “desgraça” hoje torna-se quase uma calamidade. Talvez isso algum dia possa mudar, quando as leis passarem por mudanças e a justiça for adotada em todos os atos e ações da criminalidade.

Até lá, infelizmente, veremos os mais diversos tipos de crimes e as consequentes perdas de preciosas vidas aumentando consideravelmente. Enquanto isso, assassinos dão apenas uma passada em postos policiais, fazem seus depoimentos, passam alguns dias presos e depois voltam as ruas com seus calibres doze a procura de mais vítimas que ficarão com marcas permanentes… ou apenas NÃO FICARÃO!
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