Roberto Cabrini fica frente a frente com o coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, que enfrenta as mais duras perguntas sobre a morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana. Ela morreu no apartamento do casal com um tiro na cabeça. O caso gera dúvidas entre suicídio ou feminicídio.
Em entrevista exclusiva à Cabrini, o coronel Neto negou veementemente as acusações de agressão e relatou que a relação foi abalada por denúncias anônimas, levando o casal a dormir em quartos separados desde julho do ano anterior.
Neto contesta alegações de ciúmes possessivos e explicou que nunca controlou a aparência de Gisele. A cronologia dos eventos, com testemunhas afirmando ter ouvido um disparo antes do pedido oficial de ajuda, também é um ponto de controvérsia que Neto rebateu.
Novos laudos periciais indicam lesões no rosto e pescoço de Gisele, mas especialistas não identificaram sinais claros de defesa. O advogado Eugênio Malavasi afirma a improbabilidade do envolvimento criminoso do coronel. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mantém o sigilo das investigações.