A madrugada voltou a ser palco de medo em João Pessoa. A chamada “gangue da dinamite” voltou a agir e explodiu um posto de combustíveis no bairro do Cristo Redentor, reacendendo um tipo de crime que parecia controlado, mas nunca desapareceu por completo.
De acordo com o que foi apurado pela redação do BC1, a ação seguiu o mesmo padrão já conhecido: criminosos fortemente articulados, uso de explosivos para atingir cofres e fuga rápida antes da chegada das forças de segurança. Moradores relataram um forte estrondo e momentos de pânico durante a madrugada.
📍 Rastro recente de explosões na Capital
O ataque no Rangel não é um caso isolado. Ele se soma a uma sequência recente de ações semelhantes que indicam a possível rearticulação da quadrilha:
Portal do Sol (abril de 2026): criminosos explodiram o cofre de um posto durante a madrugada. A explosão destruiu parte da estrutura e danificou câmeras de segurança.
O BC1 apurou que o modo de operação se repete: escolha de locais com menor circulação no período noturno, ataque direto ao cofre e destruição de evidências, incluindo sistemas de monitoramento.