Um policial militar (PM) atr0pelou uma criança de três anos e, sem seguida, x1ngou a mãe do menino de “pvta” no Morro São Bento, em Santos, no litoral de São Paulo, na última quarta-feira (11/3). O episódio aconteceu na saída de uma creche e foi registrado em vídeo.
As imagens foram gravadas depois do atr0pelamento. O menino sofreu um ferimento no pé direito. Não há informações sobre o estado de saúde da criança, que aparece no colo da mãe quando o policial passa a intimidar os presentes.
Em dado momento, o PM, que é do 2º Batalhão de Ações Especiais (Baep) de Santos, x1nga a mulher: “sua irresponsável, sua pvta!”. Ele é segurado por outros agentes que estavam no local.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) foi procurada para comentar o caso, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.
Na mesma região em que a criança de 3 anos foi atropelada por um policial militar, um menino de 4 anos foi m0rto por um t1ro que partiu de um agente da corporação. Ryan Silva Andrade Santos brincava em uma rua do Morro São Bento quando foi at1ngido por um d2sparo cal1bre 12 na barriga. Ele foi levado por familiares à Santa Casa do município, mas não resistiu.
Os policiais estavam em uma suposta troca de t1ros, e agiram em “legítima defesa”, conforme concluiu a Polícia Civil.
Quatro meses após a m0rte do menino, um laudo apontou que o pr0jétil que m4tou a criança partiu de um policial militar. À época, o coronel e porta-voz da corporação Émerson Massera confirmou que a origem do t1ro que matou Ryan teria partido de uma arm4 da PM.
Entre todos os suspeitos e PMs, o cabo Clóvis Damasceno de Carvalho Júnior, do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), era o único que portava uma esp1ngarda cal1bre 12.7