Campeão de MMA é executado com dez tiros na frente da esposa e do filho ao ter casa invadida: VEJA NO VÍDEO

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O lutador de MMA Anderson Cleiton Alves de Souza foi brutalmente assassinado na madrugada desta quinta-feira (29), dentro de sua residência, localizada na comunidade Beira Mar, no bairro do Telégrafo, em Belém (PA). Conhecido por sua trajetória nas artes marciais, Anderson foi morto com pelo menos dez tiros, na frente da esposa e do filho de 13 anos, que entraram em estado de choque ao presenciarem o crime.

De acordo com informações da Polícia Militar, por volta de 1h55, um grupo armado invadiu a casa do atleta, situada em uma área isolada da Passagem da Paz. A esposa de Anderson foi socorrida pelas forças de segurança, mas ainda não conseguiu prestar depoimento formal.

Viaturas do 1º Batalhão da PM chegaram ao local poucos minutos após os disparos. A primeira equipe a atender a ocorrência foi a da viatura 0110, sob comando do sargento Ricardo, seguida pela viatura 0125, liderada pelo sargento R. Gomes. Peritos criminais e agentes do Instituto Médico Legal Renato Chaves também estiveram presentes, realizando os primeiros levantamentos e a remoção do corpo.

Testemunhas relataram ter visto diversos homens fugindo a pé logo após os tiros. A polícia acredita que mais de uma arma foi usada na execução, reforçando a suspeita de que se tratou de um crime premeditado, possivelmente cometido por um grupo organizado.

Anderson não tinha antecedentes criminais e era conhecido pela disciplina e dedicação ao esporte. Representava o estado do Pará em competições regionais e nacionais e se preparava para novos desafios no MMA. Sua morte gerou forte comoção entre colegas, amigos e moradores da região.

A Polícia Civil investiga o caso e ainda não identificou nem prendeu suspeitos. Entre as hipóteses consideradas estão acerto de contas, envolvimento com o tráfico de drogas, vingança ou desentendimento pessoal.

Amigos e colegas de academia lamentaram a perda. “Anderson era um exemplo para todos nós. Um guerreiro dentro e fora dos ringues. Isso foi uma covardia”, afirmou um dos treinadores do lutador.


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