Justiça nega prisão domiciliar a pediatra acusado de estupro e determina transferência para presídio na Paraíba

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A Justiça negou o pedido de prisão domiciliar para o pediatra acusado de cometer múltiplos estupros e determinou sua transferência para um presídio na Paraíba. A decisão foi proferida nesta semana, após análise do pedido da defesa, que alegava questões de saúde e segurança do acusado como justificativa para a mudança do regime de prisão.

O médico, que está detido desde sua prisão preventiva, é investigado por crimes sexuais cometidos contra pacientes menores de idade. Segundo o Ministério Público, as vítimas relataram abusos ocorridos durante consultas médicas. O caso gerou grande repercussão e revolta na população, especialmente entre pais e responsáveis por crianças atendidas pelo profissional.

A defesa argumentou que o acusado possui problemas de saúde que exigem cuidados específicos, impossibilitando sua permanência no sistema prisional comum. No entanto, a Justiça considerou que o pedido não apresentava provas suficientes que justificassem a conversão da prisão para o regime domiciliar. Além disso, foi determinado que o médico seja transferido para uma unidade prisional na Paraíba, onde cumprirá sua detenção provisória enquanto o processo segue em andamento.

A Polícia Civil e o Ministério Público continuam a investigação, e novas denúncias podem surgir nos próximos dias. A população segue atenta ao desdobramento do caso, que trouxe à tona debates sobre a proteção de crianças e adolescentes contra abusos em ambientes que deveriam garantir segurança e confiança.


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