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O que diz a mulher
O caso foi inicialmente atendido pela PM (Polícia Militar). Conforme informações da PM, a mulher disse que as relações sexuais foram consentidas. Uma testemunha ouvida pela Polícia Civil confirmou esta versão.
Em áudios enviados a uma amiga, a mulher disse que, em um primeiro momento, o morador de rua pediu doações. “Me deu vontade de dar um abraço nele”, falou. Em seguida, ele pediu para fazer carinho nos pés dela. “Eu senti uma coisa tão boa”, contou a esposa do personal. A mulher também relatou ter tido visões durante o ocorrido. “Às vezes, eu o enxergava como Deus, às vezes como (nome do marido)”, afirmou.
Na rua, os dois teriam trocado carinhos e se beijado em frente à sogra da mulher. “É o meu propósito, deixa eu receber o meu propósito”, disse a mulher à mãe do personal. Em seguida, os dois foram a um local mais reservado. “Fui procurando pela rodoviária um lugar escuro e vazio pra gente ficar junto. Eu senti a necessidade de deixar ele entrar no meu carro”, declarou a mulher.
Em sua defesa, o agressor disse que sua mulher, de 33 anos, estava sendo vítima de um estupro – Foto: Arquivo Pessoal/ND
Morador de rua nega estupro À Polícia Civil, o morador de rua, de 48 anos, disse que por volta das 21h30 de quarta-feira (9), um carro parou nas proximidades da escola paroquial. No veículo estava a mulher do personal trainer, que teria pedido para ele se aproximar.
“Vamos brincar?”, teria dito a mulher. O morador de rua afirmou ainda que foi convencido por ela e que, enquanto estava tendo relações sexuais com ela, o marido da mulher chegou e passou a agredi-lo. O homem declarou ainda que não conhecia a mulher e que não a estuprou.
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