10/04/2021 às 14h32min - Atualizada em 10/04/2021 às 14h32min

Recuperado da Covid-19, comentarista da Globo detona o presidente: "Gripezinha de Bolsonaro mata”

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Imagem: Reprodução / Globo
Recuperado da Covid-19, Walter Casagrande compartilhou um desabafo sincero e importante em seu perfil no Instagram sobre a situação do país por causa da crise sanitária provocada pelo coronavírus. Pela primeira vez na história e graças ao vírus, o número de mortes no país superou o número de nascimentos.

O comentarista da Globo disse que jamais imaginou que a pandemia poderia chegar no estágio atual. “A cada dia que amanhece fica pior a história, pois as mortes aumentam a cada minuto. Agora, chegamos a uma situação que nunca imaginei: Morreram 15.967 e nasceram 13.998. No mês de abril, na região Sudeste, houve mais óbitos do que nascimento”, informou.

Em seguida, Casagrande alfinetou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que no início da pandemia chamou o coronavírus de gripezinha. “A ‘gripezinha’ do Jair Bolsonaro mata de verdade, enquanto ele continua mentindo covardemente para o sofrido povo brasileiro. Essa ‘gripezinha’ mata”, declarou.

Recentemente, ele detonou a postura do governo no combate à pandemia. “Quando a principal liderança de um prédio, de um bairro e, principalmente, de um país, como é o presidente Jair Bolsonaro, quando uma liderança como aquela é totalmente destrutiva ao país, é uma liderança de terror, de morte”, disse.

“Quando a liderança se comporta dessa maneira, uma grande parte das pessoas se comporta dessa maneira também, aí vai ter conflito daquelas que pensam na saúde, no bem… Aí fica difícil. Cada um puxa para um lado”, criticou.

Casagrande também soltou o verbo contra a FPF (Federação Paulista de Futebol) e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). “Para mim, é uma situação vergonhosa a da Federação Paulista e da CBF. O futebol tem que entender que não é só as quatro linhas, que eles falam que estão seguras. No entorno do futebol, ninguém está seguro”, observou.

“A federação e a CBF só veem isso porque a preocupação deles é com o dinheiro, é econômica”, disparou. “Não é questão se contamina ou não, é questão de solidariedade, de um país só. Nós estamos numa situação delicada, caótica, no país todo. Não tem para onde correr. Não dá para jogar futebol”, finalizou.

Confira:

Casagrande

Casagrande


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