22/02/2021 às 08h21min - Atualizada em 22/02/2021 às 08h21min

João Azevêdo defende a suspensão de aulas presenciais, fechamento da orla e outras medidas para conter o aumento nos casos de covid-19

O governador João Azevêdo (Cidadania) defendeu a implantação de medidas mais restritivas na Região Metropolitana de João Pessoa e em municípios que estão avaliados com a bandeira laranja.

“Precisamos de um choque de 15 dias. Nós temos que tomar medidas sérias para que isso surta efeito no número de casos e não haja pressão no sistema de saúde. Tivemos um carnaval onde houve muita movimentação e que o reflexo será teremos em março”, disse João em entrevista à TV Cabo Branco.

Dentre as medidas que deverão ser discutidas na reunião que acontece na manhã desta segunda-feira (22) entre as autoridades sanitárias estão: toque de recolher, suspensão de aulas presenciais nas redes privada e pública, setores de evento, redução do comércio, funcionamento de bares e restaurantes no estilo de entrega ou retirada no balcão, igrejas com celebrações online ou por drive-in, além do fechamento da orla.

“Entendo que determinadas medidas trazem impacto, mas é opção entre a vida e a morte… pra mim é muito fácil de tomar, aquilo que for para proteger o cidadão, vamos implantar”, afirmou.

João anunciou, ainda, que o antigo Hospital Frei Damião poderá ser usado para abrir novos leitos de UTI.

“Eu faço um apelo mais uma vez. Precisamos da colaboração da população, precisamos de vocês. Precisamos da atitude correta, postura correta. Na hora que eu uso máscara, nós vamos aumentar a fiscalização, esse é  um pedido porque sabemos que a pessoa está se protegendo e protegendo o outro. Precisamos ter essa preocupação. Nenhuma medida vai ter efeito sem a participação popular. A situação é muito difícil”, disse.

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