27/05/2020 às 13h55min - Atualizada em 27/05/2020 às 13h55min

Shoppings e centros comerciais reabrem no Distrito Federal

Vitória Borges
O Distrito Federal (DF), reabre as portas de shoppings e centros comerciais hoje (27), sob rígida fiscalização do governo, após 69 dias fechados. Segundo consta no decreto do governador Ibaneis Rocha, publicado na última sexta-feira (22), os estabelecimentos reabriram em horário restrito, das 13h às 21h.

Porem as áreas de lazer e brinquedotecas dos shoppings, lojas de jogos eletrônicos, cinemas e teatros permaneceram fechados, além das praças de alimentação e os provadores de lojas de vestuário também estão proibidos de abrir.

O presidente da Federação do Comércio (Fecomércio) do Distrito Federal, Francisco Maia afirma que além do uso de máscaras e álcool em gel, os lojistas serão submetidos a testes de Covid-19 de 15 em 15 dias, uma parceira do governo do Distrito Federal irá oferecer esses testes, de forma gratuita. Serão disponibilizados diariamente cerca de 500 testes.

Outra medida adotada para evitar aglomerações será a liberação de apenas 50% das vagas dos estacionamentos desses locais, e a medição de temperatura de todos os clientes antes de entrarem no shopping. O empregado, colaborador, terceirizado e prestador de serviço que apresentar sintomas do novo coronavírus deverá ser orientado a permanecer em isolamento domiciliar.

As atividades que não foram reabertas até o momento, como bares, restaurantes, academias e salões de beleza, o presidente da entidade diz que dependerá de como o comércio se comportará e como as condições de saúde ficarão nas próximas semanas. A expectativa é de que o restante dos estabelecimentos retorne às atividades dez dias após os shoppings, se tudo correr bem.

Apesar da reabertura das lojas, os empresários não estão otimistas, já que o consumidor está receoso de sair às ruas. Além disso, no momento em que as atividades voltarem, o comerciante precisará pagar aluguel, água, luz e outras pendências. “Só vamos saber como será quando as lojas, de fato, reabrirem. Prevemos ainda que vai haver muita demissão e muitas lojas não vão voltar a reabrir, pois já estão falidas”, disse o empresário.

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