21/03/2017 às 16h43min - Atualizada em 21/03/2017 às 16h43min

Estudantes universitários saem feridos após teto da sala de aula desabar, na Paraíba

G1
Ewerton Douglas
Dois estudantes do curso de direito ficaram feridos, após parte do reboco do teto da sala de aula onde eles estavam caiu durante uma avaliação em grupo na cidade de Guarabira, no Agreste paraibano, na segunda-feira (20). Segundo o aluno Bruno Vinícius, que foi atingido na cabeça, o acidente aconteceu no Centro de Humanidades do Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Segundo o diretor do campus de Guarabira, Valdecir Ferreira Chagas, a sala onde aconteceu o acidente está interditada e os alunos estão tendo aulas em outro setor. Ainda de acordo com o diretor, um engenheiro da UEPB vai até o local nesta terça (21) ou quarta-feira (22) para fazer uma vistoria.

O estudante conta que o teto desabou por volta das 13h30. “Estávamos fazendo uma atividade avaliativa em grupo, eu e mais dois colegas. Quando a professora entregou as atividades e a gente começou a responder, o teto começou a desabar. O nosso grupo estava justamente no local que estava caindo e quando começou a correria na sala, o reboco desabou de vez. Minha colega foi atingida no braço e no ombro e boa parte do entulho caiu sobre minha cabeça”, explica Bruno Vinícius.

O jovem explica que funcionários do centro realizaram os primeiros socorros e chegaram a acionar o Corpo de Bombeiros, mas a unidade estava em atendimento e os jovens foram levados para o Hospital Regional de Guarabira por outros estudantes. “No local, fomos medicados, ficamos em observação por algumas horas e fomos liberados por volta das 19h. Apesar de medicado, ainda nesta terça, acordei com dores de cabeça”, explica o estudante.

Segundo Bruno Vinícius, outros problemas de estrutura já foram identificados no centro, e a diretoria chegou a ser acionada para realizar reparos. “Ano passado, por exemplo, caiu um ventilador de teto e em outra ocasião, o gesso de uma sala caiu e saiu um gato de dentro do telhado. Os alunos sempre reclamam destas coisas”, explica.

O diretor do centro explicou que a pró-reitoria de infraestrutura da instituição já havia verificado goteiras nas salas, causadas pelas chuvas, mas que as obras de reparo não foram feitas à tempo.

 
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