15/12/2018 às 19h23min - Atualizada em 15/12/2018 às 19h23min

População de Bayeux organiza protesto contra a posse do prefeito afastado Berg Lima

O retorno do prefeito afastado de Bayeux ao cargo está cada vez mais difícil. Além dos políticos da cidade, agora é a população que também rejeita a tese do gestor voltar ao mandato. Tanto é que um protesto está sendo organizado por moradores da cidade, para a próxima terça-feira (18), a fim de mostrar a rejeição da população quanto a volta do político ao comando da cidade. 

Segundo um dos moradores, a população quernovas eleições no município. Ainda ontem o vereador licenciado Adriano Martins (MDB), entrou com mandado de segurança na comarca do município, logo após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para impedir que os vereadores dêem posse ao prefeiro afastado, Berg Lima. O vereador alega que Berg foi condenado na 4ª Vara em uma Ação Civil Publica na qual foi condenado por improbidade administrativa.

“Se a decisão cautelar foi mantida na sentença procedente, não há que se falar em posse do prefeito afastado por corrupção. Desta forma, requer a V.Exa. a concessão da liminar para impedir que o presidente da Câmara de Vereadores dê posse ao prefeito afastado ou que o próprio prefeito se invista, novamente, na titularidade do mandato sob pena de multa a ser imposta”, diz o mandado de segurança.

Já o vereador Jefferson Kita, que será o futuro presidente da Câmara de Bayeux, disse que a população quer diretas já na cidade e afirmou que a Câmara tem o dever moral de cassar Berg ainda na atual legislatura para que a população seja atendida.

“Com esse possível retorno dele a população vai cobrar da Câmara para que coloque em pauta a cassação dele este ano”, disse o parlamentar.

Jefferson Kita disse que a população está coberta de razão em pedir a cassação de Berg e que a “Câmara tem que fazer o seu papel e dá o direito à população de escolher seu representante” para a Prefeitura.

“A Câmara tem hoje a chance de fazer as pazes com a população dando esse gesto e fazer a eleição direta”, ressaltou Kita.
PB Agora

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