08/01/2018 às 23h06min - Atualizada em 08/01/2018 às 23h06min

Por que querem rifar Luciano?

O prefeito da Capital, Luciano Cartaxo, é o nome mais competitivo para disputar a eleição de governador em 2018.

Essa é uma certeza, referendada por pesquisas de consumo interno, cristalizada dentro e fora da oposição – extensiva, inclusive, a Granja Santana.

Por que, então, seus próprios aliados querem vê-lo fora do jogo?

Na suposta chapa da oposição, decantada ontem pelo senador Raimundo Lira em entrevista ao Rádio Verdade (Arapuan FM), cabe todo mundo: de Cássio Cunha Lima a Ricardo Coutinho; do próprio Lira a Romero Rodrigues.

Só não cabe Luciano Cartaxo.

E eles estão realmente empreendendo esforço supremo para isolá-lo.

Um dos personagens mais maiúsculos do cenário político paraibano confidenciou ontem:

– Com a confirmação da candidatura de Maranhão, Cartaxo não terá coragem de deixar o Paço Municipal!

Essa é a grande aposta.

Um jogo arriscado que suscita outra pergunta derivativa:

Por que essas mentes brilhantes preferem apostar num octogenário Maranhão VI ao invés de simplesmente jogar com a bola da vez?

Estão querendo, como especula o jornalista e articulista Heron Cid, jogá-lo nos braços do governador Ricardo Coutinho?

Não temem essa reunião (Cartaxo + Ricardo)?

Maranhão + Cássio + Romero + Lira formam – na perspectiva deles e somente deles – equação mais forte e competitiva sem os super gêmeos?

Ou será que os que os movem é mais mesquinho do que julga nossa generosa filosofia?

Inveja, talvez?

Cartaxo cresceu demais antes da hora?

Incomodado com a jogada explícita dos seus querendo expurgá-lo, o prefeito da Capital cobrou hoje definição antes do Carnaval chegar.

Uma coisa que a tropa toda do expurgo pode apostar: ele não tem perfil para ficar sentado olhando a banda passar…

O jogo, nessa festa carnal, está apenas começando.

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